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Em um cenário de juros ainda elevados, custos pressionados e transição da Reforma Tributária, muitas empresas continuam precificando no olho.

Ou apenas somando custo + margem desejada.

O resultado é que margens parecem boas no papel, mas somem no caixa.

A precificação deixou de ser apenas uma decisão comercial. Ela continua sendo uma das decisões financeiras mais importantes do negócio. É uma das mais buscadas por gestores no Brasil.

Por que a precificação está no centro das atenções em 2026?

A Reforma Tributária está mudando a forma como os impostos sobre o consumo incidem na cadeia. Isso afeta diretamente:

  • O custo real dos produtos e serviços
  • A possibilidade de crédito tributário
  • A competitividade de preços
  • A margem líquida final

Empresas que não revisam sua formação de preços neste momento correm o risco de vender mais e lucrar menos — ou até operar no prejuízo sem perceber.

Os erros mais comuns na precificação

Na nossa experiência com indústrias, comércios e prestadoras de serviço, os principais erros são:

  1. Usar apenas o custo direto
    Esquecem despesas fixas, impostos, inadimplência, devoluções e custo financeiro do capital de giro.
  2. Aplicar a mesma margem para todos os produtos/serviços
    Nem tudo tem o mesmo volume, o mesmo ciclo de caixa ou a mesma concorrência.
  3. Ignorar o ciclo financeiro
    Vender com prazo longo e pagar fornecedores à vista destrói a margem real, mesmo com preço “bom”.
  4. Não simular cenários da Reforma Tributária
    Muitas empresas ainda não calcularam o impacto real do novo sistema de CBS/IBS na formação de preços.
  5. Precificar com base no concorrente
    Sem saber se o concorrente está lucrando ou queimando caixa.

O que é uma precificação realmente estratégica?

Uma boa precificação responde a três perguntas ao mesmo tempo:

  • Qual é o custo completo (direto + indireto + financeiro + tributário)?
  • Qual margem é necessária para gerar o lucro desejado e manter o caixa saudável?
  • O mercado aceita esse preço? E se não aceitar, qual o impacto de baixar ou subir?

Ela combina:

  • Análise de custos reais
  • Ponto de equilíbrio
  • Margem de contribuição
  • Impacto no fluxo de caixa
  • Posicionamento de mercado
  • Simulação de cenários tributários

Como a Dias Galvão Consultoria ajuda nesse processo

Na Dias Galvão Consultoria trabalhamos a precificação de forma integrada à gestão financeira da empresa. Não entregamos apenas uma planilha de preço. Estruturamos:

  • Levantamento completo de custos (diretos, indiretos e ocultos)
  • Cálculo da margem de contribuição real
  • Simulação de cenários com a Reforma Tributária
  • Análise do impacto da precificação no fluxo de caixa e no capital de giro
  • Definição de políticas de preço por produto, serviço ou canal
  • Indicadores para acompanhar se a precificação está realmente gerando resultado

O objetivo é claro: fazer a empresa vender com lucro real e caixa positivo — e não apenas com faturamento alto.

Conclusão

Em 2026, precificar errado custa mais caro do que nunca. A combinação de custos elevados, crédito caro e mudança tributária exige que o preço deixe de ser uma decisão isolada do comercial e passe a ser uma decisão estratégica da gestão financeira.

Se a sua empresa ainda não revisou a formação de preços com base em dados reais e no novo cenário tributário, este é o momento.

Quer estruturar uma precificação que realmente proteja a margem e o caixa da sua empresa?
Fale com a Dias Galvão Consultoria.

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